
De forma geral: A automedicação pode retardar o tratamento de uma doença, ou pode ainda mascarar os sintomas de uma mais grave, atrapalhando o diagnóstico, acompanhamento e tratamento. Também acontece do medicamento resultar em inúmeros efeitos colaterais, causar outras doenças mais graves do que a que você está tentando tratar, ou simplesmente não surtir efeito algum. Você pode descompensar uma doença crônica, como diabetes ou hipertensão ao usar remédios sem orientação médica. Pode fazer com que a doença, que a princípio iria embora sozinha, evolua para um quadro bem mais grave. Alguns medicamentos podem fazer com que você engravide sem querer, ou que dê à luz uma criança cheia de problemas ou aborte. Por fim, o uso inadequado deles pode simplesmente fazer com que percam o efeito, já que as doenças se adaptam.
Muito bem, mas aposto que a grande maioria de vocês já tem uma boa noção disso. É exatamente esse o problema de todo texto que vejo sobre o assunto. Diante de uma abordagem mais abrangente, as pessoas pensam que o assunto não se refere àqueles “remedinhos inocentes” recomendados pela avó, balconista de farmácia, amigo ou que viu na internet.
Para evitar isso, tentarei ser bem específico falando sobre o que mais vejo VOCÊS aprontarem por aí.
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