Esse é Rick Genest, conhecido pela grande carência tatuagem peculiar e uma tentativa de maquialo de volta à normalidade.
Minha mente literária JUVENIL se divide entre ANTES e DEPOIS de As Brumas de Avalon. Que fique claro, NÃO se tratam de livros infantis, bem pelo contrário, e é por isso que me marcaram tanto.
Antes de lê-los eu conhecia a visão clássica sobre a história do Rei Arthur, aquela dos desenhos animados onde tudo era limpinho e cheio de honra.
Foi então que minha VÓ, aquela senhora tão BEATA e PURA me presenteou com essa coleção de livros, e minha cabeça explodiu.
As Brumas de Avalon recontam a fábula do Rei Arthur muito antes da, também formidável, trilogia de Bernard Cornwell. Na quadrilogia das Brumas o MITO é narrado sem atenuações, com intrigas, batalhas e MUITA putaria (incluindo um ménage que chocou minha mente infantil), centrado na personagem de Morgana, que é foda além dos limites.
Depois de As Brumas o gênero de fantasia se tornou adulto pra mim. Aquela visão infantil que cerca os clássicos de fantasia (inclusive a obra de um dos meus autores prediletos, Tolkien) é pulverizada.
Recomendo com vigor arturiano.