Esse arqueiro dinamarquês faz o Legolas passar vergonha

O arqueiro dinamarquês, Lars Andersen, estudou textos e livros antigos e descobriu uma verdade desconhecida para muitos: os antigos arqueiros, de várias civilizações, dificilmente usavam aljavas para carregar suas flechas. Os mais rápidos e eficientes, como os unos e os mongóis, carregavam as flechas na mão, para poderem atirar mais rápido.

Usando essa técnica, e com muito treinamento, Lars é capaz de atirar 10 flechas em 4,9 segundos, atingir múltiplos alvos, de longe, de perto ou em movimento e partir uma flecha atirada contra ele no ar!

O reencontro entre um sobrevivente do Holocausto e o soldado que o libertou

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O senhor à esquerda é um judeu chamado Joshua Kaufman, de 87 anos. Em 1945 ele era um dos internos no campo de concentração nazista de Dachau que, até então, já havia consumido 35 mil vidas. Um dia, o campo ficou quieto, os guardas não vieram e, de repente, Kaufman e seus amigos ouviram vozes. Correram e se esconderam dentro das latrinas, aguardando a morte. Eram vozes americanas.

Kaufman decidiu sair e a primeira pessoa que viu foi o homem da direita, Daniel Gillespie, hoje com 89 anos. Gillespie, que era operador de metralhadora na 42ª Divisão Americana, ficou chocado com aquele cadáver ambulante, imundo, ossos à vista, que ia em sua direção. Os dois se abraçaram e choraram.

Após a libertação de Dachau e o fim da guerra, ambos se separaram. Kaufman foi para Israel, onde foi soldado e depois emigrou para os EUA. Os dois nunca se reencontraram, apesar de viverem, sem saber, a apenas uma hora um do outro.

Como parte de um documentário, os dois foram reunidos.

Ao ver seu salvador, Kaufman disse “Eu te amo muito”, fez uma saudação, beijou suas mãos e, apesar da idade avançada, abaixou-se e beijou-lhe os pés.
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